quinta-feira, 8 de novembro de 2012

 "Devil May Cry" Será o melhor de Todos.

        Quem nunca ouviu falar ou deve ter o "DmC" por ser um jogo expetacular, neste novo jogo o 5 “É um mundo novo, em que com uma história nova e um novo Dante”. E esse Dante é um jovem do tipo que não quer nada com nada em relação à vida, mas que de repente descobre uma causa pela qual vale a pena lutar.

         O enredo é uma historia sobre o relacionamento do protagonista com o irmão Vergil, mistura ainda temas contemporâneos como a alienação por parte da mídia e o consumo desenfreado de refrigerante.

A Ninja Theory é uma das poucas produtoras independentes de extrema competência e que não tem um contrato de exclusividade com alguma publisher”, explica Hideaki Itsuno, diretor dos “Devil May Cry” anteriores. É mais que isso: “DmC” é uma abordagem ocidental para a franquia e, por isso mesmo, um excelente ponto de partida para quem ainda não a conhece.

 

 
 

         O jogador consegue alternar entre as diferentes armas em tempo real, o que só faz bem para o medidor de combos. A despeito da intenção de atrair um público novo, “DmC” é uma experiência hardcore, como todo “Devil May Cry” deve ser: “Nunca tivemos a intenção de tornar o jogo casual”, assegura Antoniades, para quem “casual” é um palavrão. “O verdadeiro prazer do jogo só vem mesmo quando você realmente domina os controles”.

A despeito da descrição apavorante, o Limbo tem um visual fascinante, e este sentimento de que o jogador está sendo vigiado acompanha-o o tempo todo. Nesta jornada, além de Mundus, demônio e vilão-mor que aparece em uma forma humana, Dante vai se deparar com seu irmão, Vergil, que vai ajudá-lo a conhecer seu passado, e com Kat, uma jovem meio vidente, meio bruxa. "Ela representa o que há de humano em meio a essa grande batalha, ajuda a entender Dante melhor e mostra como ele cresce enquanto pessoa e passa a se preocupar com algo", conta Antoniades.

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